25 de fev. de 2026

Risco psicossocial no GRO: o canal de denúncias como radar

O GRO exige a transição da reatividade para a prevenção ativa de riscos psicossociais, como assédio e burnout. O canal de denúncias atua como um radar estratégico, transformando relatos silenciosos em dados e evidências fundamentais para atualizar o PGR e provar governança em auditorias.

A gestão de pessoas e a conformidade legal ganharam uma nova força com a atualização da NR-01. Agora, não basta apenas identificar riscos físicos; o bem-estar mental e as relações interpessoais estão no centro da estratégia de crescimento das empresas. O GRO é o principal pilar quando falamos do gerenciamento de riscos e o canal de denúncias pode ser um grande aliado na identificação de fatores de risco psicossociais.

Um dos grandes desafios na construção do GRO é ter visibilidade dos riscos a que as pessoas colaboradoras estão expostas. Enquanto os riscos físicos são fáceis de serem identificados, os riscos psicossociais podem ser mais sutis e nem sempre aparecem, seja por falta de confiança ou por medo de retaliação. Por isso, o canal de denúncias tem um papel estratégico nesse processo, ele funciona como um sensor que facilita o reconhecimento das fontes ou situações com potencial para causar danos.

Para realizar um gerenciamento de riscos psicossociais robusto e estar preparado para auditorias e fiscalizações (como a Lei 14.457/22), é indispensável apoiar-se em dados concretos. E o caminho mais seguro para obter esses dados é através de um canal de denúncias sigiloso, eficiente e focado em governança.

Veja o que você vai encontrar neste artigo:

  1. O impacto do GRO para as áreas de compliance e RH

  2. Porque o canal de denúncias funciona como um radar de riscos psicossociais

  3. Fatores de risco psicossociais: o que monitorar?

  4. Como provar que a gestão dos riscos está funcionando?

O que é o GRO e como ele impacta o RH e compliance?

O Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) não é apenas um documento, mas um sistema vivo de gestão de riscos. Seu objetivo é estabelecer as diretrizes e requisitos para o gerenciamento de riscos ocupacionais, incluindo os riscos psicossociais, e as medidas de prevenção em segurança e saúde no trabalho. 

Para as áreas de RH e Compliance, o GRO representa a transição da reatividade, ou seja, atuar quando o problema já explode, para a prevenção ativa, que basicamente é identificar possíveis causas de risco e tratar antes que se torne um problema.

Esse sistema requer uma abordagem integrada, que abrange todos os aspectos relacionados à segurança e saúde ocupacional, desde a análise de riscos até a implementação de medidas preventivas e corretivas.

Para que o GRO seja eficiente, ele precisa abandonar o modelo de “pastas de arquivos”, com documentos e registros espalhados, e adotar um fluxo inteligente:

  • Dado: captura estruturada da informação e a identificação do que aconteceu.

  • Evidência: prova documental e testemunhal do que aconteceu, ou seja, a comprovação.

  • Decisão: o que foi feito a partir dessa situação e como evitar que aconteça novamente? 

Um canal de denúncias que funciona apenas como um amontoado de relatos não consegue fornecer informações estruturadas para o GRO. Agora, um canal como o da SafeSpace, que gera indicadores, além de fornecer insights, é um aliado eficaz na gestão de riscos.

Qual é a diferença entre o GRO e o PGR?

Existe uma confusão muito grande entre o GRO e o PGR, e é extremamente importante para a governança que os profissionais consigam diferenciar esses dois termos. Podemos dizer que o GRO é a estratégia macro, o guarda-chuva que cobre todos os processos de gerenciamento de riscos. Já o PGR é o documento que materializa o que foi definido na estratégia.

Enquanto o GRO envolve processos mais amplos, como a identificação, avaliação e controle de riscos, o PGR vai tratar das documentações.

Todo PGR deve conter obrigatoriamente dois documentos:

Inventário de riscos: um registro completo e atualizado de todos os riscos ocupacionais identificados, detalhando sua natureza (físicos, químicos, biológicos, ergonômicos, mecânicos e psicossociais), magnitude e potencial de dano.

Os relatos coletados no canal de denúncias servem de insumo direto para atualizar o inventário de riscos do PGR, especialmente no que se refere aos riscos psicossociais.

Algumas informações são obrigatórias no inventário e ajudam a construir um panorama completo dos riscos presentes no ambiente de trabalho, são elas:

  • Descrição dos processos e ambientes de trabalho;

  • Caracterização das atividades;

  • Identificação dos perigos e possíveis danos à saúde;

  • Análises e monitoramentos;

  • Avaliação de riscos;

  • Critérios utilizados.

Plano de ação: um plano que define as ações a serem tomadas para eliminar ou controlar os riscos, com prazos, responsáveis e recursos alocados. Esse plano deve ser revisado periodicamente para garantir sua eficácia.

O Canal de Denúncias como radar de riscos psicossociais

Diferente de um ruído de máquina ou de um sensor de temperatura, o risco psicossocial é subjetivo e silencioso, isso faz com que esses riscos sejam mais difíceis de serem identificados. O canal de denúncias atua como o radar estratégico da organização, captando sinais de fadiga cultural e organizacional antes que eles se transformem em processos trabalhistas ou afastamentos por burnout.

O inventário de riscos presentes no GRO  e PGR precisa ser baseado em dados reais da operação da empresa, não em achismos, e o canal de denúncias é a fonte de dados primária para manter o Inventário de Riscos atualizado e dinâmico. Ele é muito mais eficaz para a identificação de fatores de risco psicossociais do que pesquisas de clima ou avaliações pontuais.

1. Entrada de sinais: antecipando crises

O risco quase sempre aparece no canal antes que escale para um processo. Relatos sobre gestão agressiva, metas absurdas ou isolamento de colaboradores são alertas precoces de que o ambiente está adoecendo. Monitorar esses relatos permite que a empresa intervenha enquanto o problema ainda é um comportamento e não um diagnóstico médico como depressão e burnout.

2. Triagem: separando o sinal do ruído

Para que o GRO seja eficiente, a triagem deve ser técnica e rápida. Nem todo relato indica uma crise iminente, por isso a classificação deve considerar:

  • Natureza do risco: assédio moral, sexual, discriminação ou sobrecarga.

  • Severidade: qual o impacto potencial na saúde da vítima e na reputação da empresa?

  • Urgência: existe risco à integridade física ou necessidade de afastamento imediato?

  • Recorrência: o relato aponta para um desvio individual ou um problema cultural crônico de um setor específico?

3. Apuração: o poder da evidência e rastreabilidade

Uma apuração técnica garante decisões consistentes e seguras. O foco aqui é o registro rastreável: relatórios de apuração robustos funcionam como uma blindagem jurídica em auditorias e fiscalizações, garantindo que qualquer medida tomada seja fundamentada em fatos, não em suposições.

4. Devolutiva e proteção: gerando segurança psicológica

O medo da retaliação é a barreira número um para o reporte de riscos psicossociais. Para cumprir os requisitos do GRO e da Lei 14.457/22, o fluxo deve garantir o anonimato e a não retaliação. Uma devolutiva transparente, mesmo que preserve o sigilo das partes, reforça a confiança e estimula a cultura de transparência.

5. Aprendizado: monitorando o ciclo do GRO

O ciclo de gestão se fecha quando os dados das denúncias são transformados em inteligência preventiva. Se os dados mostram uma mancha de calor em determinado departamento, o aprendizado deve gerar ações concretas como:

  • Treinamentos de liderança: focados em gestão humanizada e inteligência emocional.

  • Ajustes de processos: identificação de gargalos que geram sobrecarga desnecessária.

  • Revisão de metas: avaliação se os KPIs estão alinhados com a capacidade humana de entrega.

Fatores de risco psicossociais na prática: o que monitorar?

Os fatores de risco psicossociais são as condições presentes no ambiente de trabalho que podem levar ao desenvolvimento de problemas psicológicos ou físicos.

⚠️É importante entender que os fatores, por si só, não causam adoecimento, mas que aumentam a probabilidade de que isso ocorra.

Os fatores de risco psicossociais estão relacionados diretamente com a organização do trabalho. Eles decorrem de problemas na concepção, na organização e na gestão do trabalho, podendo gerar vários efeitos à saúde do trabalhador em nível psicológico, físico e social.

Uma empresa que não faz a gestão dos fatores de riscos psicossociais, ela pode enfrentar:

  • Aumento no absenteísmo, que reflete na queda de produtividade.

  • Problemas de saúde mental elevam os custos com planos de saúde em até 30% ao ano.

  • Muitos afastamentos estão virando ações trabalhistas de até R$ 180 mil por colaborador.

Para o GRO ser eficaz, o canal deve estar atento a fatores como:

  1. Assédio moral e sexual: comportamentos repetitivos ou isolados que ferem a dignidade, criam ambientes intimidadores e violam a Lei 14.457/22.

  2. Desequilíbrio de demanda: quando a carga de trabalho é sistematicamente superior à capacidade de resposta do colaborador, sem o suporte adequado da liderança.

  3. Ambiente hostil e falta de segurança psicológica: presença de conflitos interpessoais constantes e um clima onde as pessoas têm medo de admitir erros ou sugerir melhorias.

  4. Falta de autonomia: controle excessivo sobre como o trabalho é executado gera ansiedade, desmotivação e sufoca o desenvolvimento profissional.

  5. Eventos violentos ou traumáticos: exposição a acidentes de trabalho graves ou agressões físicas, pode abalar o colaborador emocionalmente e exige acolhimento imediato para evitar o Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT).

  6. Baixa clareza de papel e função: a baixa clareza de função pode fazer com que o colaborador acumule funções, gerando sobrecarga e possíveis conflitos.

  7. Má gestão de mudanças organizacionais: processos de reestruturação feitos sem comunicação transparente, gerando incerteza sobre o futuro e insegurança no emprego, o que pode adoecer tanto colaboradores quanto departamentos inteiros.

Todos esses comportamentos e sinais podem ser identificados através do canal de denúncias. A SafeSpace também conta com uma assistente de IA que transforma esses relatos em insights para o direcionamento e otimização do GRO e PGR.

Governança e auditoria: como provar que a gestão funciona?

Um ponto importante a se destacar é que não basta criar o PGR, a empresa precisa atuar ativamente na prevenção e monitoramento dos riscos ocupacionais e psicossociais. Em uma fiscalização ou auditoria, ela deverá provar que gerencia, não apenas que possui um PGR, ou até mesmo um canal. 

A governança pode ser demonstrada através de:

  • Dashboards de indicadores: tempo médio de resposta e tipos de incidentes por setor.

  • Evidência de ações mitigatórias: provar que, após um relato, a empresa agiu (ex: demitiu o agressor ou treinou a equipe).

  • Relatórios anuais de transparência: resumos que mostram o comprometimento da alta direção com a ética e a saúde ocupacional.

No contexto do GRO, a governança não é sobre ter boas intenções, mas sobre ter rastreabilidade. Em uma fiscalização do Ministério do Trabalho, a empresa precisa demonstrar que o ciclo de gestão de riscos psicossociais é fechado e monitorado.

Para provar que sua gestão é eficaz e evitar multas ou passivos, você deve focar em três pilares fundamentais:

1. Dashboards e indicadores de risco

O uso de dados é o que separa o RH administrativo do RH estratégico. Para o GRO, o canal de denúncias deve fornecer métricas consolidadas, como:

  • Mapa de calor: identificação de setores ou unidades com maior volume de relatos de riscos psicossociais.

  • Tempo médio de resposta: demonstra a diligência da empresa em tratar o problema assim que ele é detectado.

  • Classificação de incidentes: percentual de casos de assédio versus casos de sobrecarga ou burnout.

2. Rastreabilidade da investigação

Uma gestão de riscos robusta exige que cada relato tenha um desfecho documentado. Para fins de auditoria, é vital possuir:

  • Comprovação de que o canal é acessível e sigiloso.

  • Log de atividades que mostre os passos seguidos para validar a denúncia, protegendo a empresa contra alegações de omissão.

  • Medidas de proteção: documentos e registros que comprovem que o denunciante não sofreu retaliação.

3. Evidência de melhoria contínua

Mais do que se mostrar uma organização perfeita, sem denúncias, é importante ser uma empresa que age sobre os problemas. A prova máxima da governança é mostrar que o dado do canal gerou uma alteração no plano de ação do PGR.

Veja essa situação:

  1. Identificação

O Canal de Denúncias da empresa recebe, em um intervalo de 60 dias, quatro relatos distintos vindos da mesma unidade operacional. Os relatos não mencionam um único agressor, mas descrevem uma “cultura tóxica”, com cobranças via mensagens fora do horário e críticas públicas ao desempenho da equipe.

  1. Análise de dados

O Compliance e o RH analisam o dashboard do canal de denúncias e identificam que o problema não é apenas comportamental, mas de organização do trabalho (fator de risco psicossocial). Eles identificam que o risco é classificado como severidade média com alta probabilidade de gerar afastamentos por estresse crônico.

  1. Ação de governança

Em vez de apenas arquivar o caso após uma conversa com o gestor, a empresa atualiza formalmente o PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos) daquela unidade específica:

  • No inventário de riscos: é incluído/atualizado o item “Riscos Psicossociais — Sobrecarga e gestão de desempenho”.

  • No Plano de Ação: são estabelecidas três medidas corretivas com prazos e responsáveis:

    • Engenharia de processos: revisão do fluxo de comunicação interna para eliminar mensagens fora do expediente.

    • Controle Administrativo: treinamento obrigatório de “Gestão de equipes de alta performance com segurança psicológica” para toda a liderança do setor.

    • Monitoramento: realização de uma escuta ativa (através do canal ou pesquisa de pulso) focalizada naquele setor após 90 dias.

  1. Desfecho na auditoria 

Meses depois, durante uma fiscalização, o auditor questiona como a empresa gerencia riscos invisíveis. O RH apresenta o relatório de rastreabilidade:

“Identificamos um desvio através do canal de denúncias. O dado foi analisado, o risco foi levado ao PGR e aqui está a evidência de que a liderança foi treinada e o processo alterado. O resultado foi a queda de 80% nos relatos similares naquele setor.”

Relatórios anuais de transparência, que resumem o volume de denúncias e as medidas preventivas tomadas, são ferramentas poderosas para demonstrar o compromisso da organização com a governança corporativa.

Sua gestão de riscos psicossociais é baseada em dados ou suposições? Agende uma demonstração da SafeSpace e transforme seu canal de denúncias em um aliado na gestão de riscos.

Governança e auditoria: como provar que a gestão funciona?

Um ponto importante a se destacar é que não basta criar o PGR, a empresa precisa atuar ativamente na prevenção e monitoramento dos riscos ocupacionais e psicossociais. Em uma fiscalização ou auditoria, ela deverá provar que gerencia, não apenas que possui um PGR, ou até mesmo um canal. 

A governança pode ser demonstrada através de:

  • Dashboards de indicadores: tempo médio de resposta e tipos de incidentes por setor.

  • Evidência de ações mitigatórias: provar que, após um relato, a empresa agiu (ex: demitiu o agressor ou treinou a equipe).

  • Relatórios anuais de transparência: resumos que mostram o comprometimento da alta direção com a ética e a saúde ocupacional.

No contexto do GRO, a governança não é sobre ter boas intenções, mas sobre ter rastreabilidade. Em uma fiscalização do Ministério do Trabalho, a empresa precisa demonstrar que o ciclo de gestão de riscos psicossociais é fechado e monitorado.

Para provar que sua gestão é eficaz e evitar multas ou passivos, você deve focar em três pilares fundamentais:

1. Dashboards e indicadores de risco

O uso de dados é o que separa o RH administrativo do RH estratégico. Para o GRO, o canal de denúncias deve fornecer métricas consolidadas, como:

  • Mapa de calor: identificação de setores ou unidades com maior volume de relatos de riscos psicossociais.

  • Tempo médio de resposta: demonstra a diligência da empresa em tratar o problema assim que ele é detectado.

  • Classificação de incidentes: percentual de casos de assédio versus casos de sobrecarga ou burnout.

2. Rastreabilidade da investigação

Uma gestão de riscos robusta exige que cada relato tenha um desfecho documentado. Para fins de auditoria, é vital possuir:

  • Comprovação de que o canal é acessível e sigiloso.

  • Log de atividades que mostre os passos seguidos para validar a denúncia, protegendo a empresa contra alegações de omissão.

  • Medidas de proteção: documentos e registros que comprovem que o denunciante não sofreu retaliação.

3. Evidência de melhoria contínua

Mais do que se mostrar uma organização perfeita, sem denúncias, é importante ser uma empresa que age sobre os problemas. A prova máxima da governança é mostrar que o dado do canal gerou uma alteração no plano de ação do PGR.

Veja essa situação:

  1. Identificação

O Canal de Denúncias da empresa recebe, em um intervalo de 60 dias, quatro relatos distintos vindos da mesma unidade operacional. Os relatos não mencionam um único agressor, mas descrevem uma “cultura tóxica”, com cobranças via mensagens fora do horário e críticas públicas ao desempenho da equipe.

  1. Análise de dados

O Compliance e o RH analisam o dashboard do canal de denúncias e identificam que o problema não é apenas comportamental, mas de organização do trabalho (fator de risco psicossocial). Eles identificam que o risco é classificado como severidade média com alta probabilidade de gerar afastamentos por estresse crônico.

  1. Ação de governança

Em vez de apenas arquivar o caso após uma conversa com o gestor, a empresa atualiza formalmente o PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos) daquela unidade específica:

  • No inventário de riscos: é incluído/atualizado o item “Riscos Psicossociais — Sobrecarga e gestão de desempenho”.

  • No Plano de Ação: são estabelecidas três medidas corretivas com prazos e responsáveis:

    • Engenharia de processos: revisão do fluxo de comunicação interna para eliminar mensagens fora do expediente.

    • Controle Administrativo: treinamento obrigatório de “Gestão de equipes de alta performance com segurança psicológica” para toda a liderança do setor.

    • Monitoramento: realização de uma escuta ativa (através do canal ou pesquisa de pulso) focalizada naquele setor após 90 dias.

  1. Desfecho na auditoria 

Meses depois, durante uma fiscalização, o auditor questiona como a empresa gerencia riscos invisíveis. O RH apresenta o relatório de rastreabilidade:

“Identificamos um desvio através do canal de denúncias. O dado foi analisado, o risco foi levado ao PGR e aqui está a evidência de que a liderança foi treinada e o processo alterado. O resultado foi a queda de 80% nos relatos similares naquele setor.”

Relatórios anuais de transparência, que resumem o volume de denúncias e as medidas preventivas tomadas, são ferramentas poderosas para demonstrar o compromisso da organização com a governança corporativa.

Sua gestão de riscos psicossociais é baseada em dados ou suposições? Agende uma demonstração da SafeSpace e transforme seu canal de denúncias em um aliado na gestão de riscos.